quarta-feira, 29 de maio de 2013
domingo, 26 de maio de 2013
Como a vida é, como a vida pode ser!
Mas que desassossego é esse ,afinal, nega ?
Que Inquietação é essa que aflinge os ,''semblantemente'', afortunados de paz interior?
Que dias são esses nega? que nos faz esquecer da velocidade dos doces momentos da vida
comum à todos
e nos deprecia diante de uma chuva, que ,no mais obvio clichê , nos rega a solidão ?
Que dor é essa nega,
que ninguém entende,
Ninguém,de fato, sente, mas,
À todos parece tão igual?
Que olhares são esses, nega?
Que nos faz levar o olhar, tão perdido quanto à gratidão,
ao chão..
Em um imprudente momento de uma pena, tão longe de alguma compaixão?
Aliás, nega..
Onde guardas aquele velho caderno de humildes anotações?
Aquele mesmo,
que tu chamavas de vida
Com letras corridas em tinta preta
que tu dissertavas tão sorridente
com um, costumeiro, olhar despretensioso às linhas seguintes?
ele tinha linhas?Acho que não
Era Simples..
É simples..
e ainda está cheio de páginas em branco
talvez com linha, talvez sem..
mas a vida é assim , nega..
escrita certa ou por linhas tortas
sempre pode ser reescrita
Afinal
O livro é teu!
Mas que desassossego é esse, afinal , nega?
E que força é essa que ele nos deixa quando se vai ?
E o sabor doce que ele nos deixa à boca?
Doce como a superação..
Doce como a vida pode ser...
"Viver é melhor que sonhar"
(Belchior)
Que Inquietação é essa que aflinge os ,''semblantemente'', afortunados de paz interior?
Que dias são esses nega? que nos faz esquecer da velocidade dos doces momentos da vida
comum à todos
e nos deprecia diante de uma chuva, que ,no mais obvio clichê , nos rega a solidão ?
Que dor é essa nega,
que ninguém entende,
Ninguém,de fato, sente, mas,
À todos parece tão igual?
Que olhares são esses, nega?
Que nos faz levar o olhar, tão perdido quanto à gratidão,
ao chão..
Em um imprudente momento de uma pena, tão longe de alguma compaixão?
Aliás, nega..
Onde guardas aquele velho caderno de humildes anotações?
Aquele mesmo,
que tu chamavas de vida
Com letras corridas em tinta preta
que tu dissertavas tão sorridente
com um, costumeiro, olhar despretensioso às linhas seguintes?
ele tinha linhas?Acho que não
Era Simples..
É simples..
e ainda está cheio de páginas em branco
talvez com linha, talvez sem..
mas a vida é assim , nega..
escrita certa ou por linhas tortas
sempre pode ser reescrita
Afinal
O livro é teu!
Mas que desassossego é esse, afinal , nega?
E que força é essa que ele nos deixa quando se vai ?
E o sabor doce que ele nos deixa à boca?
Doce como a superação..
Doce como a vida pode ser...
Notlim Santiago
Dedico essas confusas palavras à quem possa fazer melhor proveito delas.
Alguém que sabe mais do que qualquer um
que dor não se mede ou se compara mas se varia a cada ser.
A musa dotada dos reais conceitos que faltam nessa humanidade à beira do colapso.
A musa dotada dos reais conceitos que faltam nessa humanidade à beira do colapso.
"Viver é melhor que sonhar"
(Belchior)
sexta-feira, 24 de maio de 2013
segunda-feira, 20 de maio de 2013
sábado, 18 de maio de 2013
Flerte Fatal
E o menino abriu mão do Sobrenome poeta..
Desfez-se da viola , já enfadada dos prantos ensaiados em acordes bemolizados..
Sorriu se despedindo de uma face quieta que se refletia em seu espelho..
Tentou uma ultima oração de joelhos..
Pensou que a poesia ficaria para mostrar o que ele foi,
e que um penhasco qualquer desaparecerá com a imagem do que ele, hoje, é
e não mais será.
Menino Poeta
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Ironia da Inundação Astral
Ande, sempre, com um guarda chuva em mãos.
Nunca se sabe quando vai chover.
Nunca se sabe quando vai chover.
Notlim Santiago
quarta-feira, 8 de maio de 2013
domingo, 31 de março de 2013
A Cara da Liberdade
Liberdade é, de fato, o que pede fé.
Nos
‘porquês?’ da vida é onde ela esconde o que,de fato, é.
Como
o poeta ,que quando se depara com tal dilema
Logo
se imagina desvairando-se nas insanas linhas um poema.
No
comum desejo de ganhar o céu voando como passarinho
Que
se desapega do ninho.
Te
mostras como uma ostentação da mais pura vaidade.
Crescemos
buscando o que és em verdade.
Procuramos
em vida
Há
quem diga que tua porta é a morte
Talvez
quando abrirmos mão
De
tanta conveniência e aceitação
Paramos
de definir o que, nesse mundo, é são
Satisfazendo
corpo, alma, sentido e coração
Estaremos,
enfim, nutridos de tal dádiva.
Notlim Santiago
terça-feira, 19 de março de 2013
Recife
Bem vindo ao meu carnaval
Embolada multicultural
O frevo sacode até as raízes
expostas nesse imenso manguezal
Faça rock, baião, frevo ou ciranda,
Tome uma escutando xaxado, Chico ou
tambor de umbanda.
A lapada do maracatu é tão forte
Que até cavalo no trote fica de
perna bamba
Balança Recife, Balança
Recife de Pontes, Rios e Luzes
Que, no mundo, um todo encanta.
Notlim Santiago
Fotografia: Eduarda Vieira
domingo, 17 de março de 2013
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